Prato do dia

Receita testada pela editora do 'Paladar', Patrícia Ferraz

O Estado de S.Paulo

12 Junho 2014 | 02h07

Parente distante do pastelão português (uma torta salgada que no século 19 ganhou versão reduzida e apelido de empada de caixa) a empadinha faz grande sucesso por todo o Brasil, preparada das mais variadas maneiras, coberta ou aberta, com recheio seco ou cremoso.

Esta versão é feita com pâte brisée (a massa amanteigada e quebradiça que no Brasil é mais conhecida como massa podre). É aberta e tem recheio de queijo de minas fresco.

Fica sequinha, esfarelenta e com recheio macio, quase cremoso, bem delicado. É coisa de dia a dia. Perfeita para acompanhar carnes. E facílima de fazer.

1 Misture a farinha de trigo, a manteiga, o sal e as gemas, apertando com as mãos, sem trabalhar muito a massa.

2 Unte forminhas com água e coloque a massa cobrindo o fundo e as laterais. Reserve.

3 Amasse o queijo de minas com um garfo, para separar bem. Junte os ovos, misture.

4 Adicione o leite, tempere com sal e pimenta-do-reino branca moída na hora a gosto. Por último, adicione a manteiga derretida.

5 Despeje o recheio nas forminhas com a massa.

6 Leve ao forno preaquecido e asse por cerca de 20 minuto ou até dourar. Rende 24 empadinhas

Volta e meia surge a proposta de harmonizar salgadinhos com vinho. Já tentei com pastel e no fim das contas, quem se saiu bem foi a garapa. Desta vez não vou cair no mesmo erro, o que combina com empadinha é cerveja. Pode ser a Paulistânia (R$ 8,83, 600 ml, no Pão de Açúcar): leve, refrescante e fácil de achar. Para os fortes, rabo de galo (2/3 de cachaça e 1/3 de vermute, italiano, "il vero").

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.