Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Prédios que caíram na Nova Zelândia foram considerados seguros

Dois edifícios onde morreram dezenas de pessoas devido ao terremoto da semana passada na Nova Zelândia haviam sido considerados seguros depois de um sismo anterior, no ano passado, disse uma autoridade na segunda-feira, quando as vítimas começaram a ser enterradas.

ROB TAYLOR, REUTERS

28 de fevereiro de 2011 | 18h09

Depois do terremoto de magnitude 7,1 que atingiu Christchurch em 4 de setembro, surgiram dúvidas sobre a estabilidade de vários edifícios, como o CTV e o Pyne Gould, mas uma autoridade disse que eles foram inspecionados e liberados na época.

"O que a mãe natureza fez conosco na última terça-feira foi nos dar um terremoto que excedeu aos padrões do projeto. E excedeu-os em 50 por cento", disse Steve McCarthy, chefe do departamento de construção civil da prefeitura. "A coisa excepcional nesse terremoto é que ele ergueu o terreno e os prédios, e aí os derrubou com o dobro da força da gravidade."

O prédio da emissora CTV, onde também funcionava uma escola de inglês, havia sido construído há 25 anos. Lá morreram cerca de metade das vítimas do terremoto de terça-feira, com magnitude 6,3. Oficialmente, há 148 mortes confirmadas, mas as autoridades preveem que a cifra chegará a 200.

O primeiro-ministro John Key disse que o custo da reconstrução dos terremotos de setembro e fevereiro somarão 20 bilhões de dólares neozelandeses (15 bilhões de dólares americanos), sendo três quartos do valor referentes ao segundo sismo, mais violento e destrutivo.

Tudo o que sabemos sobre:
NOVAZELANDIATERREMOTO*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.