Prefeitura de SP quer grafite em áreas degradadas

Primeiras experiências serão testadas no centro da cidade, ao lado da Estação da Luz

Da Redação, Agência Estado

08 Janeiro 2009 | 08h35

No terceiro ano de vigor da Lei Cidade Limpa, o grafite poderá ser usado por empresas interessadas em firmar termos de cooperação com a Prefeitura de São Paulo. A intenção é usar desenhos de artistas paulistanos para recuperar áreas públicas degradadas da periferia e do centro. Praças, viadutos e terrenos municipais próximos a estações de trem e metrô estão entre os espaços que poderão ser recuperados pelas parcerias, segundo Regina Monteiro, diretora de Paisagismo da Empresa Municipal de Urbanização (Emurb).As empresas que assumirem a administração de painéis de grafite poderão, como contrapartida, colocar uma placa indicativa no local com dimensões de no máximo 60 centímetros de largura por 80 cm de comprimento. O desenho do grafite não poderá remeter a produto ou marca da empresa. A primeira experiência será testada no centro. A Emurb fará chamamento público de empresas interessadas em um futuro painel no terreno da Prefeitura de 15 mil metros quadrados ao lado da Estação da Luz.

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