Priscila Mengue/ Estadão
Priscila Mengue/ Estadão

Prefeitura de SP usa Guarda Civil Metropolitana na escolta a caminhões-tanque

Medida visa garantir funcionamento de serviços essenciais durante a greve dos caminhoneiros; no Rio, Secretaria de Segurança realizou 103 escoltas de caminhões de combustíveis desde a última quinta-feira

Priscila Mengue e Fernanda Nunes, Estadao Conteudo

27 Maio 2018 | 12h34

A fim de garantir o abastecimento dos veículos que prestam serviços essenciais à administração municipal, como os realizados pelo Serviço Funerário, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o  Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e a própria Guarda Civil Metropolitana (GCM), a Prefeitura de São Paulo colocou a Guarda Municipal nas ruas para escoltar os caminhões-tanque no trajeto até os postos de gasolina.

Esses caminhões-tanque vão abastecer postos de gasolina com combustível, que deve ser usado apenas pela administração municipal. A medida tem como objetivo garantir a segurança dos caminhões e fazer com que cheguem aos postos durante a greve dos caminhoneiros. De acordo com a Prefeitura, essas ações acontecem desde sexta-feira, 25.

O comitê de crise criado pela Prefeitura de São Paulo para discutir os impactos da greve dos caminhoneiros na cidade esteve reunido na manhã de segunda-feira, 27. Participaram da reunião, a maior parte do secretariado da gestão atual, além do procurador geral do município.

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Rio

A Central de Escoltas da Secretaria de Estado de Segurança do Rio realizou 103 escoltas de caminhões de combustíveis desde a última quinta-feira, 24. Em nota, a secretaria informa que foram realizadas escoltas para a Comlurb, responsável pela limpeza do Estado; Cedae, estatal de saneamento; BRT, serviço de circulação expressa de ônibus; Rio Ônibus, sindicato das empresas de ônibus; Aeroporto Santos Dumont e Aeroporto Bartolomeu Lisandro, em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense.

A Central de Escoltas funciona no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), onde está instalado o Gabinete de Gestão de Crises, e conta com a participação da Força Nacional, Forças Armadas, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar. 

Entenda a greve dos caminhoneiros

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