Prejuízo viajando TAM

Fui com minha família para Gramado (RS). Viajamos até Porto Alegre pela TAM.

, O Estadao de S.Paulo

21 Dezembro 2009 | 00h00

Retornamos em 21 de novembro. Para nossa surpresa, duas malas chegaram rasgadas e nossos objetos estavam espalhados na esteira. Procuramos um funcionário da companhia para relatar o ocorrido e registramos um Relatório de Irregularidade de Bagagem (RIB). Ele disse que alguém da Oficina da TAM entraria em contato conosco rapidamente para buscar nossas malas e verificar se haveria conserto ou a necessidade de fazer o reembolso. Também ligamos para o Fale com o Presidente dois dias depois. Desde então nada foi feito. Já abrimos processo, ligamos por três vezes, porém, ninguém toma uma providência. Aliás, nem mesmo dão um retorno telefônico ao cliente. Senhor presidente da TAM, queremos duas malas novas!

CYNTHIA DALVIA

Campinas

Carla Dieguez, gerente de Relações com Imprensa da TAM Linhas Aéreas, esclarece que sua equipe do setor de bagagens do aeroporto de Campinas solicitou à sra. Cynthia um orçamento para o conserto de suas malas na cidade em que reside. Diz ainda que o serviço de atendimento ao cliente Fale com o Presidente colocou a equipe de Campinas à disposição da leitora.

A leitora diz: Recebi uma carta-padrão, em 11/12, dizendo que a equipe de Campinas já havia pedido um orçamento das malas rasgadas. Respondi que em nenhum momento a TAM de Campinas entrou em contato (aliás, nem a de São Paulo). Tentei ligar duas vezes no número de telefone que me informaram, mas ninguém atendeu. Cansei de correr atrás da TAM, vou denunciá-los ao Procon.

Falta de comunicação

Sou proprietária de um Fiat Uno que está bloqueado para licenciamento, pois consta como veículo sinistrado. Mas, em 16/10, foi enviado ao Detran um ofício emitido pela Polícia Rodoviária Federal comunicando o erro cometido e solicitando ao órgão o desbloqueio da ocorrência. O problema é que, desde agosto, estou sem conseguir fazer o licenciamento.

CLEIDE CORSI

São Paulo

A Assessoria de Comunicação e Imprensa do Detran diz que o órgão recebeu o ofício informado pela leitora sobre o erro da Polícia Rodoviária Federal pelo setor de protocolos. Responde que, ao receber a queixa da leitora, verificou que os procedimentos estavam em andamento para a remoção do bloqueio, o que foi feito em 9/12.

A leitora diz: Depois que eu enviei a queixa ao jornal, o Detran tomou as providências necessárias para a liberação do carro.

Bairro de ninguém

A City Butantã está repleta de irregularidades. Quem tem imóveis nesse bairro, precisa cumprir rígidas normas da Cia. City para poder fazer qualquer reforma. Inclusive, elas se sobrepõem às restrições e às normas da Prefeitura. Quem não respeitá-las está sujeito a altíssimas multas. Apesar disso, "ganhamos" uma torre de telefonia celular num terreno da City, na Rua Martins, quase na esquina com a Rua Drauzio. Na Rua Alvarenga, entre as Ruas Martins e a Camargo, no sentido Francisco Morato, imóveis comerciais usam enormes caminhões-baú e caminhões geradores, que circulam, estacionam na rua e no interior dos imóveis, a qualquer hora do dia ou da noite! É permitido o comércio, o trânsito e o estacionamento de caminhões desse porte, numa área residencial? Afinal, qual é o zoneamento dessa região? No quadrilátero das Ruas Alvarenga, Vital Brasil, Camargo e Avenida Afranio Peixoto, nas Ruas Estevão Lopes, Moncorvo Filho, Gaspar Moreira, Moura Brasil e adjacências, muitos imóveis estão sendo alugados, disfarçadamente ou não, para empresas e escritórios, apesar de a região ser estritamente residencial.

M.L.C.O.

São Paulo

A assessora de Comunicação e Imprensa da Subprefeitura Butantã, Bianca Caldeira Strifezzi, diz que a antena de celular possuía solicitação de aprovação na Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano, que foi indeferida em 27/11. A partir desse indeferimento, a subprefeitura pode iniciar a ação fiscal por um auto de intimação. Esclarece que há inúmeras ações fiscais em andamento nas ruas citadas pela leitora.

A leitora diz: Se a instalação da antena foi indeferida, como ela pode ter sido instalada? A construção não foi feita em poucos dias e é impossível que ela tenha sido inteiramente construída sem que pudessem embargar a obra antes de seu fim. A antena será retirada? O problema com os caminhões piora a cada dia e não vejo nenhuma ação da Prefeitura. As ações fiscais preveem multas ou também implicam desalojamento de estabelecimentos instalados numa região estritamente residencial?

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