Premiê oferece ajuda a região atingida por terremoto na Itália

O primeiro-ministro italiano, Mario Monti, declarou estado de emergência e prometeu mais ajuda nesta terça-feira às regiões do norte da Itália atingidas por um terremoto no domingo, acrescentando que será vital recuperar algumas das partes economicamente mais produtivas do país.

REUTERS

22 de maio de 2012 | 17h58

Ele disse que o governo suspenderá a cobrança de imposto imobiliário sobre fábricas e residências danificadas na região em torno das cidades de Modena, Ferrara, Mantova e Bolonha, além de estimular os bancos a ampliar o crédito para empresas atingidas pela emergência.

O estado de emergência, com duração de 60 dias, coloca a agência de Proteção Civil a cargo de coordenar os esforços de retirada dos destroços e libera 50 milhões de euros em verbas emergenciais.

"Temos de reativar a rede industrial que é tão característica dessa parte da Itália, e que é tão importante para todo o país", disse Monti em visita à região.

Pelo menos sete pessoas morreram e milhares tiveram de fugir das suas casas por causa do sismo de magnitude 6,0 na madrugada de domingo, que destruiu casas, fábricas e edifícios históricos.

As TVs mostraram pessoas gritando "Vergonha! Ladrões!" quando Monti chegou a Sant'Agostino, uma das cidades mais atingidas.

Esse foi o pior terremoto na Itália desde abril de 2009, quando um tremor de magnitude 6,3 matou quase 300 pessoas na cidade de L'Aquila.

(Reportagem de James Mackenzie)

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