Presidente da Tunísia diz que 3º suspeito de ataque em museu está foragido

O presidente da Tunísia, Beji Caid Essebsi, disse neste domingo que um terceiro atirador envolvido em um ataque que matou 23 pessoas, a maioria turistas estrangeiros, em um museu de Túnis na semana passada, está foragido.

REUTERS

22 de março de 2015 | 12h16

O tiroteio no museu dentro do complexo do Parlamento da Tunísia foi um dos piores ataques de militantes na história do país e trouxe à luz a ameaça representada por militantes islâmicos à jovem democracia, quatro anos após a "Primavera Árabe".

Dois homens armados foram mortos a tiros no local e as autoridades, até agora, prenderam mais de 20 pessoas, entre elas dez funcionários que estariam diretamente envolvidos no ataque. Alguns haviam retornado recentemente de lutas de grupos militantes islâmicos na Síria e na Líbia.

"Com certeza havia três (atiradores), porque eles foram identificados e filmados por câmeras de vigilância", disse Essebsi em uma entrevista televisionada para a rádio Europe 1, iTELE e o jornal Le Monde.

(Reportagem de Patrick Markey e Tarek Amara)

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