Presidente do Groupon diz que vai se demitir se for necessário

O presidente-executivo do Groupon, Andrew Mason, que enfrenta pressão pela queda no preço das ações e crescimento menor da companhia, afirmou no final da quarta-feira que deixaria o cargo se chegasse a pensar que era o homem errado para o cargo.

Reuters

29 de novembro de 2012 | 11h05

Mason, cujo desempenho à frente da empresa será avaliado por diretores da companhia durante uma reunião de conselho nesta quinta-feira, disse que seria "estranho" se não fosse a diretoria não examinasse seu trabalho. Mas disse acreditar que o conselho está de acordo com sua estratégia.

"Seria mais notável se o conselho não estivesse discutindo se eu sou o cara certo para o trabalho", disse Mason. "Se eu pensasse, por algum momento, que eu não era o cara certo para o cargo, eu seria o primeiro a me demitir."

As ações da empresa -- uma vez elogiada por inovar a publicidade de negócios locais através da comercialização de descontos pela Internet -- subiram 11,6 por cento e fecharam no valor mais alto em um mês, cotadas a 4,42 dólares, na quarta-feira.

O valor ainda é menor que os 20 dólares da estréia da empresa em bolsa. Mas analistas dizem que os comentários de Mason marcaram pontos com investidores preocupados com os negócios e com a formação do presidente-executivo em música, pela Universidade Northwestern.

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