Presidente do Quênia diz que impedirá que militantes somalis criem califado no país

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, disse neste sábado que o grupo militante somali al Shabaab, que matou quase 150 pessoas em um ataque a uma faculdade, não conseguirá criar um califado islâmico no país.

REUTERS

04 Abril 2015 | 13h02

Em um discurso televisionado sobre o ataque de quinta-feira, Kenyatta disse que o Quênia irá "fazer tudo para defender o nosso modo de vida" e pediu mais ajuda da comunidade muçulmana do país para extirpar elementos radicais.

Kenyatta afirmou que a tarefa de combater o terrorismo tinha se tornado mais difícil pelo fato de "os planejadores e financiadores dessa brutalidade estarem profundamente enraizados em nossas comunidades".

(Por Drazen Jorgic)

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