Preso grupo que vendia máquinas caça-níqueis em MG

Quatro pessoas foram presas na manhã de hoje, acusadas de integrar uma quadrilha especializada em contrabando de máquinas caça-níqueis e lavagem de dinheiro em Belo Horizonte. Uma delas, que era procurada em Brasília e seria um dos líderes do grupo, foi localizada na capital mineira.

SOLANGE SPIGLIATTI, Agência Estado

31 de agosto de 2011 | 11h31

Agentes da Polícia Federal deflagraram a Operação Fim de Jogo II, com a finalidade de desmantelar a organização criminosa voltada para a prática dos crimes de lavagem de dinheiro, contrabando e outros conexos à exploração de jogos caça-níqueis.

Estão sendo cumpridos 40 mandados de busca e apreensão na região de Belo Horizonte e 10 mandados de prisão temporária. No bairro São Francisco, em um dos locais onde a PF realizou buscas, foi encontrada uma fábrica que realizava produção e manutenção de máquinas caça-níqueis, utilizando peças de importação proibida no Brasil, o que configura crime de contrabando.

As máquinas são de propriedade da organização criminosa já investigada durante a Operação Fim de Jogo, realizadas em junho de 2011 pela Polícia Federal em Belo Horizonte, que proporcionou ações penais em desfavor dos mesmos responsáveis.

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