Professora pode ter sido executada em Embu-SP

A Polícia Civil em Embu das Artes (SP) suspeita que a morte da professora Joyce Chaddad de Morais Domingues, de 36 anos, ocorrida na manhã de hoje, tenha sido uma execução, pois nada foi roubado. Segundo o delegado 1º DP de Embu, Higino Grigio, responsável pelo caso, quatro testemunhas já foram ouvidas na manhã de hoje e outras ainda prestarão depoimentos.

SOLANGE SPIGLIATTI, Agência Estado

28 de fevereiro de 2011 | 16h04

Em depoimento, uma das testemunhas, que estava distante da professora na hora do crime, diz ter ouvido o assassino chamar pelo nome da professora. A versão foi desmentida, segundo o delegado, por outra professora que estava ao lado da vítima quando o suspeito se aproximou e atirou.

De acordo com Grigio, entre hoje e amanhã deverá estar pronto um retrato falado do suspeito. A polícia ainda não tem informações sobre qual seria a motivação do crime. A professora, que havia voltado de licença maternidade há 15 dias, foi morta em frente à Escola Municipal Paulo Freire, na Estrada de Itapecerica. Ela foi alvejada por três tiros quando chegava para dar aula, por volta das 7 horas da manhã.

De acordo com a PM, a professora chegou a ser socorrida e encaminhada ao pronto-socorro de Embu, mas não resistiu aos ferimentos causados pelos tiros. Até o momento ninguém foi preso. As aulas da Escola Municipal Paulo Freire foram suspensas até amanhã, em luto pela professora assassinada, segundo a Secretaria Municipal de Educação.

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