Professores de escolas estaduais mantêm greve no Rio

Os professores das escolas estaduais do Rio de Janeiro decidiram hoje dar continuidade à greve que ocorre desde o último dia 7. Eles pedem reajuste emergencial de 26%, incorporação imediata da gratificação do Nova Escola, prevista para terminar somente em 2015, e descongelamento do plano de carreira dos funcionários administrativos. De acordo com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) do Rio, até o momento o governo não fez uma contraproposta às reivindicações da categoria.

CAROLINA SPILLARI, Agência Estado

29 Junho 2011 | 19h19

Na próxima sexta-feira, os profissionais de educação planejam uma manifestação com o slogan "A educação estadual do Rio tem fome". Na ocasião, os participantes deverão fazer uma compra com o cartão educação, oferecido somente aos professores que trabalham em sala de aula. Aposentados e funcionários não recebem o benefício. O objetivo é mostrar a urgência de um reajuste salarial para os profissionais da categoria, que também organiza uma passeata até o Palácio Guanabara no próximo dia 5, quando irão exigir uma audiência com o governador do Estado, Sérgio Cabral Filho (PMDB).

Uma nova audiência para analisar o pedido de liminar do Sepe contra o corte do ponto dos profissionais de educação do Estado foi remarcada para o próximo dia 4. Isso porque na audiência de ontem os representantes do governo não compareceram.

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