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Protestos em Piracicaba e Sumaré acabam em confronto

Em Piracicaba, no interior de São Paulo, terminou em confronto o protesto desta terça-feira, 25, contra o preço da tarifa de ônibus. Parte do grupo de 2 mil manifestantes invadiu o terminal central de ônibus e apedrejou veículos. Eles também apedrejaram o Teatro Municipal, uma agência bancária e saquearam um caminhão carregado com carne que parou em meio à manifestação.

RICARDO BRANDT, Agência Estado

25 de junho de 2013 | 22h02

A Tropa de Choque da Polícia Militar reagiu com bombas de gás lacrimogêneo e gás de pimenta contra os manifestantes. A região central da cidade foi tomada pela fumaça das bombas.

Mais cedo, o prefeito Gabriel Ferrato (PSDB) anunciou a redução da tarifa na cidade de R$ 3,40 para R$ 3,00, na catraca ou no terminal, e de R$ 3,00 para R$ 2,80 para quem tem o cartão integração.

Em Sumaré, outra cidade da região de Campinas, no interior paulista, também acabou em confronto o protesto contra a tarifa de ônibus, nesta noite. Três guardas municipais foram feridos em frente à Câmara de Vereadores.

A Tropa de Choque da PM foi acionada e atirou bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral contra os manifestantes. Um grupo mais radical se dirigiu para uma praça e começou a atacar com pedras e bombas caseiras uma base da PM.

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