Prova foi teste para ministro

Cenário

O Estado de S.Paulo

24 Outubro 2011 | 03h03

Para alívio do Ministério da Educação (MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e dos principais articuladores da campanha do ministro Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo, o Enem, enfim, não virou nem caso de Justiça nem caso de polícia.

No ano passado, houve falhas de encadernação e a troca de cabeçalho no cartão resposta, isso um ano depois do vazamento do exame, revelado pelo Estado. Os equívocos colocaram a credibilidade do Enem em xeque, levaram a disputas judiciais e lançaram uma desconfiança em torno da edição deste ano.

Em uma experiência inédita, o Inep recorreu à expertise do Inmetro e de uma empresa de gestão de riscos. Auditoria preliminar da Controladoria-Geral da União (CGU) já havia identificado deficiências nos processos de avaliação sob a tutela do instituto, como o Enem.

Os procedimentos de vigilância na impressão das provas foram mantidos e o aparato de segurança foi reforçado. Este ano não foi dos melhores anos para o ministro, mas, pelo menos na aplicação do teste do Enem, Haddad conseguiu ser aprovado desta vez./ RAFAEL MORAES MOURA

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