Provedores dos EUA bloqueiam acesso a pornografia infantil

Verizon, Sprint e Time Warner Cable também doarão U$1 milhão para um fundo contra conteúdo proibido

AP

10 Junho 2008 | 19h46

Os provedores de serviços de internet dos EUA Verizon, Sprint e Time Warner Cable concordaram em bloquear o acesso a pornografia infantil e eliminar o material de seus servidores, afirmou o procurador geral de Nova York nesta terça-feira.   As empresas também doarão 1 milhão de dólares a um fundo que visa remover a pornografia infantil criada e disseminada pelos seus usuários através de seus serviços, declarou o procurador geral, Andrew Cuomo. As mudanças afetarão todos os clientes dos provedores.   A Time Warner Cable agiu logo que tomou conhecimento de que seus usuários estariam publicando material condenável e eliminou grupos de discussões, um pilar que permanece do início da popularização da internet, de acordo com o porta-voz da empresa, Alex Dudley.   O acordo faz parte de uma investigação sigilosa sobre grupos de discussão que compartilham pornografia infantil.   A Verizon agiu imediatamente para tirar os sites do ar, de acordo com o porta-voz do provedor, Eris Rabe. A Verizon e a Time Warner são dois dos cinco maiores provedores de serviços de internet no mundo.

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