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PT errou ao conclamar militância para atos, diz analista

O chamado do presidente nacional do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), para que a militância petista fosse às ruas de São Paulo nesta quinta-feira, no protesto organizado pelo Movimento Passe Livre (MPL), para dar apoio à presidente Dilma Rousseff, na chamada "onda vermelha", foi um "equívoco", avalia o especialista em pesquisas eleitorais e marketing político Sidney Kuntz.

GUILHERME WALTENBERG, Agência Estado

20 de junho de 2013 | 21h12

De acordo com Kuntz, a tentativa de incluir o PT nos protestos pode ter sido vista como uma "queda de braço" pelos manifestantes. Na noite de hoje, houve confrontos entre os manifestantes e a militância petista em São Paulo e outras cidades e algumas bandeiras do partido foram queimadas.

"Foi um erro do PT e qualquer partido querer participar desse movimento. Desde sempre eles se dizem apartidários, isso está claro. Pode parecer aos manifestantes que é uma tentativa do PT de fazer uma quebra de braço. É como se eles (petistas) quisessem se apropriar de uma pauta deles", avaliou Kuntz. "Foi mal pensado. Um equívoco", emendou.

De acordo com Kuntz, o movimento tem bandeiras antagônicas àquelas defendidas pela presidente Dilma e o PT, como a preparação do País para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. "Aquilo que era bandeira da Dilma: a construção de estádios, Copa do Mundo, Olimpíadas. Está tudo indo para o ralo. Dependendo do desenrolar disso, é campanha contra ir para os protestos", disse.

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