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PT sai em defesa da política de salário mínimo

O Partido dos Trabalhadores defendeu nesta quinta-feira a política de valorização do salário mínimo, em resolução aprovada pelo Diretório Nacional da legenda.

REUTERS

10 de fevereiro de 2011 | 18h08

"A resolução faz um histórico do crescimento do salário mínimo no governo, uma referência ao acordo histórico feito anteriormente (pelo presidente Lula e as centrais sindicais) e que nós defendemos a continuidade desse acordo", disse o presidente do PT, José Eduardo Dutra, evitando comentar o valor de 545 reais para este ano.

O reajuste do salário mínimo e a política de aumento até 2015 devem ser votados na próxima quarta-feira na Câmara e será o primeiro teste político da presidente Dilma Rousseff no Congresso.

Políticos da base aliada ligados a centrais sindicais e parlamentares da oposição pressionam o governo por um valor maior, mas o governo iniciou conversas com as bancadas partidárias para defender o valor de 545 reais.

Dutra comentou ainda o corte de 50 bilhões de reais nos gastos do Executivo anunciado na quarta-feira. "Isso não significa ajuste fiscal. Na verdade houve uma adaptação do orçamento."

Os petistas decidiram ainda, durante a reunião desta quinta-feira que antecedeu o ato político dos 31 anos da legenda, formalizar Lula como presidente de honra do partido.

O ex-presidente e a presidente Dilma Rousseff estarão no evento desta noite em Brasília.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello; Edição de Carmen Munari)

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