Ranking aponta melhores e piores lugares para viver

Países europeus concentram as cidades do topo da lista; entre as brasileiras, Rio e SP melhoraram posições ligeiramente e Brasília teve queda

BBC Brasil, BBC

04 Dezembro 2012 | 09h12

Países europeus como Áustria, Alemanha e Suíça concentram as melhores cidades do planeta para se viver, segundo um ranking da consultoria Mercer. Entre as brasileiras, a melhor classificada é Brasília, que caiu uma posição no ranking, ficando em 102º lugar. O Rio de Janeiro subiu duas posições, passando para o 112º lugar. E São Paulo subiu uma, ficando na 116ª posição.

Segundo o levantamento da Mercer, a cidade que oferece mais qualidade de vida é Viena, na Áustria, que lidera o ranking desde 2009. A segunda melhor cidade seria Zurique, na Suíça, país que tem outras duas cidades nas dez primeiras colocações: Genebra, na 8ª posição, e Berna, na 10ª. A Alemanha tem três cidades na lista: Munique, em 4º lugar, Dusseldorf, em 6º, e Frankfurt, em 7º.

A Mercer destaca que, apesar da severa crise econômica que assola a Europa, a região ainda continua a dominar o ranking. Segundo a consultoria, das dez melhores cidades para se viver, apenas duas não são europeias: Auckland, na Nova Zelândia, que ficou na 3ª posição, e Vancouver, no Canadá, na 5ª.

Critérios

A classificação da Mercer tem como objetivo ajudar empresas que têm de alocar expatriados em diversos pontos do globo. Em 2012, foram avaliadas 221 cidades. Entre os critérios analisados estão a estabilidade econômica e política dos países em que essas cidades estão localizadas e os serviços de saúde, transporte, lazer e cultura que elas oferecem.

Por esses critérios, as piores cidades para se viver são Bagdá, no Iraque, Bangui, na República Centro-Africana, e Porto Príncipe, no Haiti. Na América Latina, as cidades mais bem avaliadas são Pointe-à-Pitre, em Guadalupe (63ª posição), San Juan, em Porto Rico (72ª) e Montevidéu, no Uruguai (77ª).

 

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