Refinaria da Petrobras no Japão não será vendida este ano, diz CEO

A refinaria da Petrobras em Okinawa, no Japão, segue no plano de desinvestimento da estatal, mas o negócio não será fechado este ano, disse nesta quarta-feira a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, durante audiência na Câmara, para esclarecer denúncias de corrupção na empresa.

Reuters

30 Abril 2014 | 14h03

"Também está na nossa pauta de desinvestimentos. Temos propostas, avaliamos, mas achamos que este ano, até este final de ano, a gente pretende manter essas refinarias conosco para poder estar respondendo com segurança", afirmou a executiva.

Ela reafirmou que a empresa também tem propostas pela polêmica refinaria de Pasadena, nos EUA, mas que o ativo não será vendido.

"Exatamente como Pasadena, (a refinaria no Japão) não é a prioridade da Petrobras. Ela também demandava 'revamp', que não fizemos exatamente porque mudou a prioridade. Mas o fato é que ela não trouxe para nós nenhuma baixa contábil até então", afirmou às comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

(Por Maria Carolina Marcello)

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