Relatório diz que tortura é recorrente na UPP da Rocinha

A prática de tortura era costumeira na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, aponta o relatório da Polícia Civil que pede a prisão preventiva dos dez PMs acusados de ter torturado o pedreiro Amarildo de Souza até a morte, entre eles dois oficiais, um tenente e um major.

AE, Agência Estado

02 Outubro 2013 | 16h49

"A denúncia será distribuída no máximo até sexta por tortura seguida de morte, ocultação de cadáver e fraude processual", disse o promotor Homero das Neves Freitas Filho. O relatório da polícia tem 180 páginas e o inquérito, quase 2 mil.

Mais conteúdo sobre:
Caso Amarildo indiciamento

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.