REUTERS/Carlo Allegri
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Retrospectiva 2019: Taylor Swift termina ano como uma das maiores da década

Artista conquistou seis prêmios no American Music Awards, deixando o recorde de Michael Jackson para trás

Guilherme Sobota / Renato Vieira, O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2019 | 14h21

Estreias promissoras, reinvenções e consolidação de carreiras tomaram conta do universo da música internacional. Quem chega muito bem ao fim de 2019 é Taylor Swift. Ela conquistou seis prêmios no American Music Awards (AMA), ultrapassando o recorde de Michael Jackson, e foi homenageada como artista da década. Swift também se envolveu em uma disputa com Scooter Braun, dono do selo que detém os direitos dos seis primeiros álbuns da cantora. Ela cogitou regravar as próprias canções para gerar novos fonogramas que passariam a ser de sua propriedade.

Com 18 anos recém-completados, a americana Billie Ellish se destacou com o disco de estreia, When We All Fall Asleep, Where Do We Go?, calcado no pop eletrônico. Outras estrelas que lançaram bons trabalhos foram Lana Del Rey, apostando no rock em Norman Fucking Rockwell!, e Ariana Grande, aclamada por Thank U, Next, concebido em meio a problemas pessoais.

Quem recebeu críticas mornas foi Ed Sheeran, com No.6 Collaborations Project. Repleto de convidados, o disco conta com participações de Justin Bieber, Eminem, 50 Cent e outros.

Lendas do rock também voltaram a gravar depois de anos sem frequentar os estúdios. Após 13 anos sem registrar inéditas, o The Who lançou álbum com Roger Daltrey e Pete Townshend em boa forma. Bruce Springsteen se juntou pela terceira vez com o produtor Ron Aniello e fez Western Stars, declaradamente inspirado na musica pop da década de 70. Por conta de Ghosteen, Nick Cave & The Bad Seeds encerram 2019 com elogios dos jornalistas especializados.

Os festivais brasileiros privilegiaram os artistas de hip hop nas escalações. Kendrick Lamar encerrou o Lollapalooza com um grande show. No Rock in Rio, Drake passou longe de ser simpático com os fãs, proibiu o canal a cabo Multishow de exibir sua apresentação, mas fez um bom show para quem estava presente. Com apresentação marcada para o aniversário de São Paulo, como antecipado pela colunista do Estado Sonia Racy, Kanye West uniu o hip hop à música gospel no álbum Jesus Is King.

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