Ryan encerra campanha nos EUA com benção e visita a Estado natal

Oitenta e seis dias após ser apresentado como companheiro de chapa de Mitt Romney a bordo do navio da 2a Guerra Mundial U.S.S. Wisconsin em Norfolk, Virginia, o candidato republicano a vice-presidente, Paul Ryan, voltou a seu Estado natal de Wisconsin na noite de segunda-feira, encerrando uma longa e desgastante campanha com um comício final.

SAMUEL P. JACOBS, Reuters

06 de novembro de 2012 | 07h55

"Estivemos em Nevada. Estivemos em Iowa. Estivemos em Ohio. Estivemos no Colorado", disse o parlamentar de Wisconsin, citando todas as paradas do dia antes de chegar a seu Estado. "Mas é realmente bom estar de voltar aqui em Wisconsin, a terra dos Packers", acrescentou.

Ryan foi antecedido no comício pelo governador Scott Walker, que o chamou de nosso "colega 'cabeça de queijo'", um apelido dos moradores do Estado, famoso por suas fazendas leiteiras e pelo time de futebol americano Green Bay Packers.

Começando na segunda de manhã em Reno, Nevada, Ryan passou por cinco Estados e quatro fuso-horários, percorrendo mais de 4.500 quilômetros, no último dia de campanha antes da eleição presidencial desta terça-feira.

O Estado de Ryan é um dos poucos cujo vencedor deve determinar o ganhador da eleição presidencial dos Estados Unidos.

"Eles sempre nos consideraram como garantidos, Wisconsin", disse Ryan a 2.00 pessoas reunidas em Milwaukee. "Eles acharam que ia ser fácil. Nós não votamos nos republicanos desde 1984", disse Ryan, citando a última vez em que um candidato presidencial republicano venceu no Estado.

"Vamos provar que eles estão errados", afirmou.

Mais cedo na segunda-feira, em Johnston, Colorado, Ryan foi a uma parada de caminhões para tirar fotos e recebeu uma benção de um padre. Ryan, que é católico, conversou por alguns instantes com o padre Greg Ames, de Northglenn, Colorado, e pediu uma benção.

Nesta terça pela manhã, Ryan vai votar em sua cidade natal, Janesville. Lá, ele terá a rara oportunidade de votar em si mesmo duas vezes. Além de candidato a vice-presidente, ele concorre à reeleição no Congresso.

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