Sabesp corrige prazo para alcançar meta de perdas

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, corrigiu um número informado por ela sobre os investimentos em redução de perdas da companhia. De acordo com a executiva, a meta é chegar a um nível de perdas de 15% a 16% até 2020. Anteriormente, ela havia informado que a meta seria atingida até 2015. Segue a matéria com o dado corrigido.

LUCIANA COLLET, Estadão Conteúdo

08 de outubro de 2014 | 13h45

A Sabesp tem planos de investir US$ 5 bilhões até 2020 em programa de redução de perdas, informou a diretora-presidente da companhia, Dilma Pena. Durante apresentação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara de Vereadores paulista, que investiga o contrato entre a estatal e a Prefeitura de São Paulo, ela destacou que a companhia registra atualmente perdas totais da ordem de 30%, e perdas físicas da ordem de 19,8%. "A meta é chegar a um nível de perdas de 15% a 16% até 2020", disse, sem dar detalhes.

Ela também comentou sobre outras obras que estão no planejamento na companhia, como a ampliação do sistema Rio Grande em 2,2 metros cúbicos por segundo e a interligação entre os reservatórios de Jaguari e Atibainha no volume de 5,1 m3/s, previstos para 2016, além da Parceria Público Privada de São Lourenço, que aumentará em 4,7 metros cúbicos por segundo a capacidade de produção de água tratada para a Região Metropolitana de São Paulo, que deve ser entregue em 2018. Para este mesmo ano, a companhia também pretende aumentar em 2 m3/s o volume de água de reúso. Dilma Pena não informou, entretanto, os valores financeiros envolvidos nessas obras.

A presidente da Sabesp elencou os planos de investimento como parte de uma apresentação feita no início da sessão da CPI para destacar o que a companhia está fazendo para garantir o abastecimento da população em meio à forte crise hídrica por que passa a Grande São Paulo.

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