SAMBISTA DE VERDADE

Talvez o nome Aparecido Pereira de Melo não lhe diga muita coisa. Mas se você gosta de samba e chorinho, é bem provável que se falarem no Cidão você não pense em outra pessoa. Dono do bar que carrega essa alcunha, Cidão largou a vida de caminhoneiro para erguer, em 1997, um pequeno canto seguro para os boêmios nostálgicos e românticos numa São Paulo cada vez mais impessoal, asséptica, chata e vigiada. O Bar do Cidão sempre foi esse refúgio infalível: era só correr pra lá. Com sorte, encontrava-se João Macacão ou Paulo Vanzolini dando uma palhinha, ou apenas ouvindo. Cidão nos deixou na noite de 2ª (23). Fica a torcida para que seu bar permaneça lá, eterno, indiferente ao tempo e às gentes. Guilherme Conte. Bar do Cidão. R. Dep. Lacerda Franco, 293, Pinheiros, 3813-3111.

O Estado de S.Paulo

27 de julho de 2012 | 03h12

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