São Carlos tirou crianças das ruas

Em São Carlos, cidade mais segura do País, segundo a pesquisa, crianças e adolescentes têm programas de educação complementar à escola no Salesianos - entidade mantida por religiosos. Os jovens participam de várias atividades e têm até cursos profissionalizantes. O padre Agnaldo Soares Lima, que foi secretário Especial da Infância e da Juventude na cidade, entre 2005 e 2006, lembra que São Carlos adota ações preventivas desde os anos 90, quando foi criado o Estatuto dos Direitos da Criança e do Adolescente. "Não temos mais crianças nas ruas", diz. O Salesianos atende 480 jovens.

Brás Henrique, RIBEIRÃO PRETO, O Estadao de S.Paulo

25 de novembro de 2009 | 00h00

Segundo a Polícia Militar, antes de 2001, a média era de 15 homicídios ao ano envolvendo adolescentes. Em 2007 e 2008, houve um por ano. E neste ano ainda não há ocorrência.

Em Franca, a terceira melhor cidade segundo o levantamento, o secretário de Ação Social, Roberto Nunes Rocha, cita vários programas de ações assistenciais que trabalham com os jovens. Para ele, existe uma integração de forças na cidade que, apesar de seus 331 mil habitantes, não tem favelas.

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