São Paulo terá programa de atenção aos idosos

O governo estadual de São Paulo anuncia hoje um programa específico de atenção aos idosos, com ações voltadas para qualidade de vida e atendimento ambulatorial para a população da terceira idade. Hoje, 11% dos moradores do Estado (cerca de 4,5 milhões de pessoas) são idosos e até 2050 esse porcentual deverá dobrar.

FERNANDA BASSETTE, Agência Estado

14 Maio 2012 | 09h23

O programa "São Paulo Amigo do Idoso" inclui ações de várias secretarias, como Desenvolvimento Social e Transportes, mas o carro-chefe será a Secretaria de Saúde, que vai investir R$ 30 milhões na implantação de seis hospitais de retaguarda, quatro polos regionais de referência e um centro-dia de cuidados intensivos voltados à terceira idade. O valor estimado de custeio será de R$ 82,8 milhões por ano.

"Trabalhamos no desenvolvimento desse programa durante um ano. O Estado tem de se preparar para não ser pego de surpresa com o envelhecimento da população", diz o secretário da pasta, Giovani Guido Cerri.

Um dos consultores do programa, por exemplo, foi o médico e pesquisador Alexandre Kalache, um dos coordenadores do programa de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde.

Parte dos recursos da Saúde será investida na criação de quatro novos Centros de Referência ao Idoso (CRIs) nas regiões de Ribeirão Preto, Campinas, ABC e Baixada Santista.

Os CRIs serão polos regionais de promoção de envelhecimento ativo e centros formadores geriátricos, com especialidades médicas, atividades educacionais, culturais e de lazer. Na capital já existem duas unidades funcionando há 11 anos. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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