Secretário de Cultura diz que carnaval tem 'problemas pontuais naturais'

Secretário de Cultura diz que carnaval tem 'problemas pontuais naturais'

Para Ale Yousseff, prefeitura e agentes públicos responderam bem aos desafios impostos pelo carnaval de rua que reúne quase 700 blocos

Gilberto Amendola, O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2020 | 10h29

Ale Youssef, secretário de Cultura da cidade de São Paulo, falou nesta terça-feira, 25, que o carnaval de 2020 tem "problemas pontuais naturais de um evento dessa magnitude". Ele disse, ainda, que as "autoridades responderam bem aos desafios". Um dos agentes públicos envolvidos diretamente com a organização e execução do carnaval de São Paulo, Yousseff acompanhava o desfile do Galo da Madrugada, cortejo que faz muito sucesso no Nordeste e que pela primeira vez foi 'importado' para as ruas da capital.

Neste ano, o Município estima que 15 milhões de foliões devem acompanhar o carnaval da cidade, número que se confirmado será superior aos 14 milhões do ano passado - ao todo, serão 678 blocos de rua na capital paulista, ou 38,5% a mais do que o número registrado no ano passado. Marcado por cenas bonitas, como a realização de uma cerimônia de casamento em pleno bloco, o carnaval de São Paulo também teve brigas, como o que interrompeu o bloco comandado pelo jogador Daniel Alves, do São Paulo, e mais de 300 presos apenas no sábado.

"O carnaval está vivendo uma explosão na cidade. Este é um carnaval inclusivo e diverso, espalhado por todas as subprefeituras. Um carnaval democrático e muito positivo", afirmou Yousseff. Sobre os problemas relatados até o momento, ele afirmou se tratar de aprendizado.



 

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