Segue fogo em Santos e Estado cria gabinete de crise

O incêndio no cais da Alemoa, no porto de Santos, completou três dias neste sábado, com mais um tonel em chamas. o governo do Estado de São Paulo ainda teve de instalar na Prefeitura de Santos um gabinete de crise para acompanhar e tomar providências adicionais.

LUIZ ALEXANDRE SOUZA VENTURA, Estadão Conteúdo

05 Abril 2015 | 09h13

Esse gabinete incluiu o vice-governador, Márcio França, os secretários Saulo de Castro (Governo), Alexandre de Moraes (Segurança Pública), Patrícia Iglecias (Meio Ambiente). Segundo as autoridades, 93 homens do Corpo de Bombeiros se revezavam no combate às chamas, no resfriamento dos tanques, para evitar que o fogo se propagasse.

Na área, a temperatura chegava a 800ºC. A cidade de Santos ainda pediu ajuda ao governo federal nem à Petrobras. Uma das providências foi o envio de caminhões da estatal, com uma espuma específica para tentar abafar as chamas, estratégia que garantia o confinamento das chamas em três tonéis - em outros dois, o fogo já havia sido totalmente controlado.

Na tarde de sábado, porém, um sexto tanque foi atingido pelas chamas. Ao lado do quarto tanque incendiado, há ainda mais dois, segundo a empresa Ultracargo. Um deles vazio, o outro com etanol - ambos ainda não haviam sido afetados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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