Segue internada família vítima de botulismo em SP

O Instituto Adolfo Lutz, na capital paulista, analisa uma amostra da mortadela consumida por uma família que foi internada em Santa Fé do Sul, no interior paulista, com botulismo. O alimento é o principal suspeito de ter causado a intoxicação nas vítimas, pois estaria na geladeira e fora do congelador há mais de dez dias, tendo ainda sido manipulado outras vezes nesse período.

RENE MOREIRA, Agência Estado

21 de agosto de 2012 | 19h05

Por se tratar de um alimento processado, autoridades sanitárias recomendam não utilizá-lo depois de tanto tempo. Entretanto, apesar de a mortadela ser a maior aposta de ter transmitido a bactéria causadora do botulismo, outros alimentos não estão descartados.

A família contou ter comido também arroz, feijão e couve no domingo, dia em que foi parar na Santa Casa após ser socorrida às pressas. Ainda não há um prazo definido para que o laudo fique pronto, mas somente após o resultado da análise da mortadela é que as investigações sobre caso prosseguirão.

Até o final da tarde desta terça-feira, pai, mãe e os dois filhos, de 9 e 12 anos, seguiam internados, com as crianças na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). O hospital informou que a expectativa dos médicos é de que todos recebam alta na quarta-feira ou pelo menos os pais.

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