Sem atendimento

Em outubro reclamei para a Sabesp do vazamento de esgoto pela minha calçada. A resposta foi que a equipe estava sem o equipamento necessário para consertá-lo e o buraco está aumentando a cada dia. Fiz fotos do local. Outro problema está no cruzamento da minha rua, onde há uma tampa da Sabesp cedendo. Há cerca de 4 anos essa tampa afundou e os moradores, para evitar acidentes, colocaram um sofá no local. Não aguento mais o lixão em que se está transformando minha rua nem colecionar mais protocolos pedindo auxílio à Sabesp.

, O Estadao de S.Paulo

19 Dezembro 2009 | 00h00

VÂNIA MARA MARQUES COELHO

São Paulo

O superintendente da Unidade de Negócio Norte da Sabesp, José Júlio Pereira Fernandes, informa que técnicos da Sabesp executaram o conserto na rede coletora de esgotos na Rua Professor Antonio Manoel Faria, n.º 151, e a reconstrução do poço de visita na esquina com a Rua Teresinha Maria Matilde de Leão. Diz que, para a reconstrução do poço de visita, que fica a 5 metros de profundidade, foi necessário escoramento especial. Esclarece que, por causa do período de chuvas intensas nos últimos dias, não foi possível concluir os trabalhos e o prazo para finalização do serviço é 17 de dezembro. Diz ainda que a cliente foi informada sobre a situação.

A leitora diz: Depois de enviar a reclamação ao jornal, a Sabesp passou a entrar em contato comigo a todo momento, disponibilizando seu serviço. Mas é uma pena saber que o cidadão só tem suas reclamações ouvidas e seus direitos solucionados depois de recorrer à imprensa. A Sabesp concluiu a obra da esquina de casa, mas tive de chamá-la de novo, que me atendeu prontamente.

Bairro alagado

O prefeito Gilberto Kassab visitou o bairro que continua alagado depois de 8 dias da chuva e ficou na dúvida se vai ou não mandar drenar a água. Prefeito, ligue para o 156 ou escute o momento cidadão, o senhor verá como resolver esse probleminha (dos outros).

GUMERSINDO TREVISAN

São Paulo

Perigo iminente

Desde o dia 26 de junho protocolei um pedido de corte de uma árvore na Rua Dona Carolina, na Vila Mariana, que foi indevidamente plantada pela Prefeitura. Hoje, ela põe em risco meu patrimônio (casa e carros) e, o mais grave, a vida das pessoas - tanto a da minha família como daqueles que transitam pela rua. No dia 9 de dezembro, caiu um galho enorme no local que teve de ser removido pela Prefeitura. Como minha família e eu não gostaríamos de virar notícia, vítimas de alguma tragédia, peço à Prefeitura que uma providência urgente seja tomada.

JOÃO LUIZ DE A. GUIMARÃES

São Paulo

Jair Balla, da Assessoria de Comunicação da Subprefeitura Vila Mariana, esclarece que um engenheiro agrônomo da subprefeitura vistoriou o local citado - em frente ao n.º 81 da Rua Dona Carolina, pois em frente ao n.º 75 não existe árvore - e concluiu que a árvore plantada nesse local necessita apenas de poda, não de remoção. Responde ainda que o laudo está sendo expedido para que, em seguida, seja realizado o serviço de poda.

O leitor comenta: De fato, nenhuma das duas árvores está em frente ao n.º 75. Porém, tanto a que está em frente ao n.º 81 como a que está entre os números 75 e 63 causam problemas a minha casa. A primeira porque invade toda a fiação elétrica e de telefone. A segunda, além invadir a fiação, tem galhos que são enormes e caem - como aquele que caiu no dia 9 e que a Prefeitura teve de removê-lo. Tudo isso foi explicado ao engenheiro quando ele esteve em casa no dia 14. Aguardo as providências que ele ficou de tomar.

Vizinhos indesejados

Sou ex-morador da Avenida Robert Kennedy, pois a casa localizada ao lado da minha foi invadida por indigentes, usuários de drogas e prostitutas. Por causa disso, vendi a casa. Mas os vizinhos continuam aterrorizados. A Prefeitura não poderia enviar a polícia para retirar toda essa gente, lacrar o imóvel e enviar a conta ao irresponsável do dono que mora no Sul do País?

DANIEL DAMASCENO

São Paulo

A Sala de Imprensa da Polícia Militar do Estado de São Paulo explica que o procedimento legal exigido é o ingresso, pelo proprietário, com uma ação de reintegração de posse no Poder Judiciário, para que oficiais de justiça possam dar cumprimento à lei. Se for necessário, a Polícia Militar poderá ser designada para apoiar os oficiais. Responde que, independentemente disso, o policiamento ostensivo já foi reforçado para tentar evitar o cometimento de crimes na região.

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