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Sequestradores na Argélia exigem fim de ataques da França no Mali

Grupo de militantes islâmicos ligados à Al-Qaeda diz ter sequestrado 41 pessoas, entre elas, sete norte-americanos

Reuters

16 de janeiro de 2013 | 16h24

NOUAKCHOTT - Militantes islâmicos ligados à Al-Qaeda que atacaram um campo de gás no sul da Argélia nesta quarta-feira, 16, exigiram o fim das operações militares francesas contra islamistas no norte do Mali em troca da segurança de dezenas de reféns, disse a agência de notícias ANI, da Mauritânia.

O comunicado, enviado à ANI pelo grupo, também afirma que os militantes mantêm 41 pessoas reféns. Um porta-voz do grupo, que está sob o comando de Mokhtar Belmokhtar, um veterano militante islâmico da região do Saara, anunciou mais cedo que eles estavam por trás da tomada de reféns.

Mais cedo, o grupo anunciou que entre os sequestrados estão sete norte-americanos. Segundo as agências ANI e a Sahara Media, citando militantes, a ação é uma retaliação à permissão dada pela Argélia para que a França use o espaço aéreo do país para bombardear o território do Mali.

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