Sindicatos de TI e Alimentação de SP aderem a movimento

O Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd) informou, em nota à imprensa, que pretende aderir às manifestações unificadas das centrais sindicais e dos movimentos sociais, batizado de Dia Nacional de Lutas, nesta quinta-feira, 11. O comunicado afirma que o sindicato de TI irá intensificar a mobilização em empresas federais e terceirizadas de estatais.

RODRIGO PETRY E SUZANA INHESTA, Agência Estado

10 de julho de 2013 | 13h40

A ação incluirá uma passeata da Avenida Paulista à Praça da República, com concentração prevista às 12h. "O objetivo é exigir do governo e do Congresso Nacional medidas para aprovar e pôr em prática as reivindicações que constam da pauta trabalhista", afirmou o comunicado. Durante a tarde desta quarta-feira, 10, diretores do sindicato pretendem promover assembleias nas principais empresas de TI da cidade de São Paulo, informando os profissionais sobre a mobilização.

De acordo com o sindicato, um dos pleitos é a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, benefício já adquirido pela categoria de TI desde 2011 em São Paulo. O Sindpd defende a extensão deste benefício aos trabalhadores de todo o País.

Indústria de Alimentação

O Sindicato dos Empregados em Empresas de Industrialização Alimentícia de São Paulo e Região (SINDEEIA) também informou que participará das mobilizações. Segundo o diretor do Sindicato, Horácio José da Rocha, os protestos serão em vários pontos da cidade e do Estado, incluindo rodovias que atravessam a cidade, como Anchieta, Castelo Branco, Dutra, Fernão Dias.

"Não vamos paralisar as indústrias. Vamos passar na frente de alguma delas e a adesão dos trabalhadores ao movimento será voluntária", disse o diretor em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Está marcado para as 12h um ato do Sindicato na Avenida Paulista, com previsão para duração até as 14h.

Entre as pautas de reivindicação das duas categorias estão o fim do fator previdenciário; jornada de 40 horas semanais sem redução salarial; reajuste "digno para aposentados; mais investimentos em saúde e educação; transporte público de qualidade; ficam do Projeto de Lei (PL 4330), que amplia a terceirização das vagas; reforma agrária e fim dos leilões de petróleo.

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