Situação hídrica em SP merece atenção, diz Dilma Pena

A situação hídrica em São Paulo merece "atenção, esforço e cooperação" de governo federal, estadual e municipalidades envolvidas, afirmou a presidente da Sabesp, Dilma Pena, em reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o contrato entre a Sabesp e a prefeitura de São Paulo. Ela também apontou que as chuvas em setembro ficaram abaixo do esperado, o que continuou pressionando os reservatórios. Sobre a crise hídrica, a presidente da Sabesp comentou que de janeiro a setembro foi registrada 25% da afluência média histórica e 58% da afluência mínima já registrada.

LUCIANA COLLET, Estadão Conteúdo

08 de outubro de 2014 | 12h24

Conforme apresentado pela executiva, a Sabesp investiu, entre os anos de 2007 e 2014, R$ 15,8 bilhões, sendo R$ 8,5 bilhões na Região Metropolitana de São Paulo. Os investimentos permitiram o aumento do manancial, capacidade de produção, transporte (adução) e reservação e deram condição de a companhia enfrentar a estiagem por que passa a região que forma o Sistema Cantareira, o principal reservatório que atende a Grande São Paulo e outras importantes cidades do Estado.

"A Sabesp investe 30% de tudo que é investido em saneamento no Brasil", disse Pena, destacando ainda que, apesar disso, tarifa que pratica na Região Metropolitana em São Paulo e no Estado de São Paulo é a 5ª menor entre as empresas de saneamento.

Dilma Pena elencou as várias iniciativas da companhia para buscar enfrentar a crise e salientou o programa de bônus. Segundo ela, em setembro, 75% dos clientes da grande São Paulo economizaram água e 49% obtiveram desconto de 30% do valor da conta, conquistado quando a economia é superior a 20%.

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