Skype diz que informações de usuários estão a salvo de ataque sírio

Um dia após ser invadido por grupo de hackers que apoiam Bashar Al Assad, empresa garantiu que informações não foram comprometidas

DAN WHITCOMB, Reuters

03 de janeiro de 2014 | 17h45

Um dia após o Syrian Electronic Army, grupo hacker que apoia o governo sírio, atacar contas do Skype, o serviço de chamadas pela Internet disse que sabia ter sido alvo de um ataque na quinta-feira, mas que nenhuma informação de usuário foi comprometida.

Uma mensagem postada na página oficial do Skype no Twitter na quarta-feira dizia: "Não use emails da Microsoft (hotmail, outlook). Eles estão monitorando suas contas e vendendo dados para governos. Mais detalhes logo. #SEA".

Mensagens similares foram postadas nas páginas oficiais do Skype no Facebook e em um blog em seu website antes de serem derrubadas mais tarde naquele mesmo dia. O Skype pertence à Microsoft.

O Syrian Electronic Army, grupo que suporta o presidente sírio Bashar al-Assad, assumiu depois a autoria pelo ataque.

"Nós recentemente tomamos conhecimento que fomos alvo de um ataque cibernético ... Mas isso foi rapidamente restabelecido", disse uma porta-voz do Skype em comunicado na quinta-feira. "Nenhuma informação de usuário foi comprometida", acrescentou.

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