Spotify diz que combate pirataria e pagou US$2 bi a indústria musical

O portal de streaming de música Spotify fez uma defesa exaltada de seu modelo de negócios nesta segunda-feira, afirmando que combate a pirataria de música e pagou 2 bilhões de dólares à indústria musical e artistas desde seu lançamento em 2008.

MICHAEL RODDY, REUTERS

11 Novembro 2014 | 18h54

O comunicado assinado pelo presidente-executivo do Spotify, Daniel Ek, foi escrito uma semana após a cantora norte-americana Taylor Swift remover todo o seu catálogo do site de streaming ao lançar seu novo álbum "1989", que disparou imediatamente para o topo das paradas dos Estados Unidos.

O selo de Swift, o Big Machine, se recuou a dizer por que pediu que os álbuns de Swift fossem removidos do serviço gratuito do Spotify, que também oferece uma assinatura paga a usuários que querem eliminar a publicidade.

Mas em um artigo para o Wall Street Journal em julho, Swift escreveu que a música é valiosa e que "é minha opinião que música não deve ser de graça".

"Taylor Swift está absolutamente certa: música é arte, arte tem valor real e artistas merecem receber por isso", disse Ek na postagem no site do Spotify.

Ele disse que o Spotify está combatendo a pirataria de músicas na Internet que, segundo ele, não zera receita para artistas, oferecendo um serviço combinado gratuito e por assinaturas que compensa a indústria musical.

Sua base de assinantes cresceu para 12,5 milhões, ante 10 milhões quando o número foi divulgado pela última vez em maio.

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