Subsídios da Prefeitura iriam a R$ 2,7 bi, diz Haddad

Para congelar a tarifa de ônibus urbano, os subsídios da Prefeitura de São Paulo ao transporte público subiriam de R$ 1,5 bilhão para R$ 2,7 bilhões em 2016, afirmou nesta quarta-feira o prefeito Fernando Haddad (PT). Haddad afirmou ainda que essa discussão não tem a ver com poder, mas com a capital paulista, e reiterou que as escolhas são difíceis para um governante. "As escolhas trazem impacto. Há demandas de creches, de hospitais", afirmou. De acordo com ele, é preciso dar publicidade a este assunto. "Não houve publicidade suficiente sobre o que significaria o congelamento da tarifa", afirmou.

BEATRIZ BULLA, Agência Estado

19 de junho de 2013 | 13h54

Haddad afirmou que a Prefeitura está debruçada neste assunto e até sexta-feira, 21, terá um novo encontro com líderes do Movimento Passe Livre (MPL). "Estamos debruçados sobre as alternativas, ninguém está parado", disse o prefeito de São Paulo, que mencionou a conversa com a presidente Dilma Rousseff e o Ministério da Fazenda sobre os projetos de desoneração para o transporte público. Haddad também disse que o prazo de consulta pública de edital para concessão de transporte público foi adiado. Segundo o prefeito, projetos que tramitam no Senado para desoneração do transporte público e investimentos em corredores de ônibus seriam formas de tornar possível a redução da tarifa.

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