Tão regionais e tão universais

Eles não renegam risotos e polentas, valorizam como nunca as massas, mas também não têm problemas em flertar com a cozinha de invenção. Aqui, entre tradicionalistas e vanguardistas, seis dos principais chefs da Itália contemporânea e seus restaurantes

Jacques Trefois, O Estado de S.Paulo

06 de março de 2008 | 04h06

Num momento tão rico da já tão complexa gastronomia italiana, não é fácil apontar quem são os melhores chefs do país - que, por conseguinte, são integrantes da elite dos cozinheiros do mundo.Mas os seis restaurantes a seguir não apenas brilham no presente como também apontam um futuro. E contemplam algumas das principais vertentes da cucina italiana contemporânea. Vão do perfeccionismo clássico de um veterano que parece cozinhar cada vez melhor, como Fulvio Pierangelini, do Gambero Rosso, até a juventude já reconhecida e premiada de Massimiliano Alajmo, do Le Calandre, três estrelas Michelin.São lugares onde comi muito bem, às vezes alcançando patamares gastronômicos divinos, e onde percebi que a verdadeira cozinha, mesmo quando regional, voltada a seu terroir, às suas tradições, quando feita com maestria pode se tornar universal. Tudo depende da capacidade de emocionar, ora abordando pela inteligência dos pratos, ora cativando pela sinceridade dos sabores.

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