TAP cancela vôo e passageiros se revoltam em Fortaleza

Passageiros que embarcariam nesta terça para Lisboa tiveram que remarcar a passagem para quarta-feira

Elvis Pereira, do estadao.com.br, e Lauriberto Braga, do Estadão,

23 de outubro de 2007 | 17h12

Passageiros da TAP que embarcaria para Lisboa, em Portugal, ficaram revoltados depois que o vôo 165 da companhia portuguesa foi cancelado nesta terça-feira, 23. Segundo eles, a companhia não justificou o motivo do cancelamento e os passageiros tiveram que remarcar o bilhete para quarta-feira, 24.   Infraero prevê mais problemas nos aeroportos durante as férias Atrasos dobram reclamações no Juizado Especial de Congonhas Governo adia mudanças para solucionar a crise aérea no País CPI pede indiciamento de 23 servidores da Infraero e da Anac Dilma quer privatizar aeroportos Zuanazzi diz que fica e Jobim evita polêmica Especial sobre a crise aérea    Segundo a Infraero, os aeroportos do País registravam 205 vôos com atrasos superiores a uma hora até às 16 horas desta terça. O número equivale a 16,8% dos 1.217 vôos previstos. Entre os vôos programados, 98 foram cancelados, segundo a estatal.   O maior número de vôos fora do horário previsto estava no Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, onde 30 das 166 operações atrasaram, o equivalente a 18,1%. Outras 21 foram suspensas (12,7%). Por conta do mau tempo, o terminal funcionava com o auxílio de instrumentos desde a manhã desta terça.   Já o Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos, as operações eram feitas sem restrições. Dos 153 vôos programados, 18 sofreram atrasos (11,8%) e 11 foram cancelados (7,2%). No Rio de Janeiro, o Aeroporto do Galeão tinha 23 atrasos (21,7%) e seis cancelamentos (5,7%), sendo que 106 vôos estavam programados.   O Aeroporto Santos Dumont, também no Rio, teve menos atrasos, 10 em 53 vôos (18,9%), mas a quantidade de cancelamentos era bem superior: 22 (41,5%). Entre 5h55 e 9h21 desta terça, o aeroporto ficou fechado em razão de uma forte chuva e sete vôos foram alternados para o Galeão. Após a abertura, os pousos e decolagens passaram a ser realizados por meio de instrumentos.

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