'Temos como norma não vender nem doar o material'

Vocês comercializam ou doam enxovais usados?

Entrevista com

O Estado de S.Paulo

22 Outubro 2011 | 03h02

Não. Em tese, poderíamos fazer isso depois de desinfectar o material, pois, nesse caso, não constituiria infração sanitária. Contudo, adotamos como norma não comercializar ou doar roupas de cama e banho, uniformes e aventais usados.

Como é feito o descarte do material quando já não está mais em condições de uso?

Em primeiro lugar, vale a pena ressaltar que não descartamos lençóis, fronhas ou qualquer outro tecido que esteja infectado. Primeiro, mandamos para lavanderias especializadas na desinfecção dessas peças. Apenas quando já estão limpas, avaliamos quais tecidos apresentam nível de desgaste que justifique seu descarte. Nesse caso, nós os picotamos aqui no hospital mesmo antes de jogá-los no lixo, para impedir seu uso posterior.

Qual é a origem da peça encontrada em São João da Boa Vista?

Estamos investigando, pois somos vítimas do uso indevido da nossa imagem. A logomarca do tecido achado mostra que a peça foi confeccionada neste ano. Não há sinais de desgaste. Trabalhamos com três hipóteses: que a peça tenha se extraviado na empresa contratada para confeccioná-la, na lavanderia ou, eventualmente, tenha sido roubada no hospital. Queremos descobrir o que aconteceu. / ALEXANDRE GONÇALVES

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.