IARA MORSELLI |ESTADÃO
IARA MORSELLI |ESTADÃO

Temporada do Mozarteum terá Nelson Freire e Mischa Maisky

Além de Kaufmann, músicos são destaques de programação que comemora 35 anos da entidade promotora

João Luiz Sampaio, O Estado de S. Paulo

14 Dezembro 2015 | 03h00

A temporada internacional de concertos do Mozarteum Brasileiro terá sete atrações em 2016, quando a entidade completa 35 anos de atuação. A abertura do ano será nos dias 5 e 6 de abril, com concertos da soprano Angelika Kirchschlager e da Camerata Bern, na Sala São Paulo.

Em maio, regida por Jonathan Nott e com o pianista Rudolf Buchbinder como solista, a Sinfônica de Bamberg faz quatro apresentações: no dia 21, oferece uma matinê para crianças no Auditório Ibirapuera; no dia 22, um concerto ao ar livre, também no parque; e nos dias 23 e 24, apresentações na Sala São Paulo.

Em junho, nos dias 21 e 22, o violinista Gidon Kremer volta ao Brasil com a sua KREMERata Baltica. Em agosto, no dia 10, concerto único de Jonas Kaufmann. E, nos dias 30 e 31, dois recitais do pianista brasileiro Nelson Freire. O violoncelista Misha Maisky é a atração de setembro, nos dias 13 e 14, quando se apresenta na Sala São Paulo ao lado dos Tel Aviv Soloists.

O encerramento do ano, nos dias 24 e 25 de outubro, será com o Coro da Rádio de Berlim e a orquestra Arte del Mondo, sob o comando de Werner Ehrhardt. A venda de assinaturas para a temporada já está aberta e custa de R$ 655 a R$ 3.050. Mais informações podem ser obtidas no site www.mozarteum.org.br ou pelo telefone (11) 3815-6377. Ingressos avulsos começam a ser vendidos apenas em março.

Além das apresentações de sua série de concertos, o Mozarteum ainda promove, em março, a nova edição do Festival Música em Trancoso, na Bahia. Entre os destaques, o norte-americano Bobby McFerrin, que vai reger a Orquestra Experimental de Repertório. Também no sul da Bahia, acontecerá em junho a 2ª Academia de Canto de Trancoso. 

Os dois eventos estão relacionados à preocupação do Mozarteum com a formação de novos músicos, assim como a distribuição de bolsas para instituições de ensino europeias e a realização de masterclasses com artistas convidados. “Temos ampliado essa vocação, entendendo que essa era uma demanda do cenário musical brasileiro”, diz Sabine Lovatelli, presidente da entidade. “A nossa percepção é a de que entidades culturais devem fomentar de maneira mais ampla a cultura.”

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