Teste da xícara com café do Cerrado Mineiro mostra gostos amendoados e acidez agradável

Cafés mineiros vêm de além do sul do Estado. No noroeste, onde a produção de café é menos conhecida, há bons grãos que merecem atenção e desde 2005 ganharam o selo de Indicação Geográfica 'Cerrado Mineiro'.

O Estado de S.Paulo

08 Novembro 2012 | 02h11

O blog de Grão em Grão provou um dos rótulos da marca Nuance Cafés Especiais, vindo de lá do alto de Minas Gerais. Produzido na fazenda Paraíso da Nascente, em Paracatu, divisa com Goiás, o café da variedade catuaí amarelo se saiu bem na xícara: equilibrado e fácil de beber, com sabor e acidez agradáveis, encorpado e doce, com finalização prolongada. Notas de caramelo e de chocolate se sobressaíram no teste.

O Nuance é vendido na loja da própria torrefadora: Rodovia MG 29, Km 1, 675-A, Distrito Industrial, Araguari (MG), (34) 3241-1622. E também no site cafenuance.com.br, por R$ 12, embalagem com 250 gramas, torrado em grãos ou moído para coador; e R$ 24,50, o 1 quilo do grão cru.

A barista Gracielle Rodrigues, do Lucca Cafés Especiais, em Curitiba (PR), ficou em segundo lugar no Campeonato Mundial de Latte Art. Ela fez um pavão no leite vaporizado. No mesmo evento, Ubirajara Gomes, o Bira, do Octavio Café, em São Paulo (SP), ficou em sexto no mundial que avalia bebidas com álcool.

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