Testemunhas dão detalhes sobre dia da morte de Isabella

Elas procuraram delegado do Brás para contar o que ouviram da família do pai da menina, logo após a morte

Bruno Tavares, Marcelo Godoy e Carina Flosi, O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde

10 de abril de 2008 | 06h04

A polícia está perto de esclarecer a morte da menina Isabella, de 5 anos. Duas testemunhas procuraram o delegado-titular do 8º Distrito Policial (Brás), Roberto Pacheco de Toledo, com importantes revelações sobre o caso. Elas disseram que ouviram de familiares de Alexandre Nardoni detalhes sobre o que ocorreu na noite do crime.       VEJA TAMBÉM Polícia prevê 19 depoimentos do caso Isabella nesta semana Investigação sobre morte de Isabela aposta em exame de DNAVídeo mostra ida de família Nardoni a mercado antes do crime Defesa de Nardoni espera decisão sobre habeas-corpus até 5ªEscute por que crimes assim comovem a sociedadeTudo o que já foi publicado sobre o caso Isabella  Ex-titular do 9º DP (Carandiru), Toledo conheceu as testemunhas quando trabalhava na delegacia que hoje investiga a morte de Isabella. As testemunhas o procuraram porque confiam no policial e queriam sigilo sobre seus depoimentos. Toledo avisou seus superiores. No fim da tarde de quarta-feira, 9, o atual delegado-titular do 9º DP, Calixto Calil Filho, deslocou-se até o 8º DP para ouvi-las. A polícia espera poder anunciar ainda nesta quinta-feira, 10, o avanço sobre a investigação do crime, com os primeiros resultados do exame de DNA nos vestígios de sangue encontrados pelos peritos.A Polícia Civil acreditava desde a manhã de quarta que já havia resolvido 70% do caso. "Isso juntando testemunhas e provas técnicas", disse a delegada-assistente do 9º DP, Renata da Silva Pontes. "Se você imaginar o que aconteceu, que nesse caso foi um crime dentro daquele apartamento, a gente já tem 70% referente à dinâmica do crime, ao ferimento e onde aconteceu. Enfim, tudo o que foi feito lá dentro até o óbito."   (Colaboraram Laura Diniz e Josmar Jozino)

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