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Testemunhas negam participação de milicianos em crime

Os dois sobreviventes, e testemunhas de acusação, da tentativa de homicídio da milícia Liga da Justiça negaram hoje, durante julgamento no Rio de Janeiro, a participação de Luciano Guinâncio Guimarães, filho do vereador Jerominho e sobrinho do ex-deputado Natalino Guimarães, e de mais outros cinco acusados no crime.

PEDRO DA ROCHA/, Agência Estado

24 de fevereiro de 2011 | 20h44

O Ministério Público chamou os dois para atuarem como testemunhas no 4º Tribunal do Júri da Capital. Carlos Eduardo Marinho dos Santos, na época do crime, que era segurança de um condomínio em Campo Grande, na zona oeste do Rio, e o ex-PM Marcelo Gouveia Bezerra disseram que foram vítimas de tentativa de assalto.

A versão apresentada pelas vítimas é diferente daquela prestada às autoridades policiais e na fase de instrução do processo criminal. A juíza Elizabeth Machado Louro, presidente do 4º Tribunal do Júri, atendeu pedido do promotor e determinou que os dois fossem acautelados na carceragem do Fórum Central, até o final de todos os depoimentos: cinco testemunhas de defesa e o interrogatório dos seis acusados. O promotor quer que haja um novo depoimento e reconhecimento.

Segundo denúncia do MP, a picape em que Carlos e Marcelo estavam foi atingida por 35 tiros, entre eles, de fuzil, em Campo Grande. O motivo do crime seria disputa entre milícias e vingança porque Carlos, que estava ao volante do veículo, resistiu à ocupação de parte de um terreno dentro do condomínio em que era segurança. A Liga da Justiça queria instalar um centro social para atividades políticas e eleitorais. São acusados também Fábio Pereira de Oliveira e os PMs Moisés Pereira Maia Júnior, Júlio Cesar Ferraz de Oliveira, Ivilson Umbelino de Lima e Silvio Pacheco Fontes.

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