TJ absolve dono do Bahamas de ação sobre prostituição

Oscar Maroni Filho era acusado de manter esquema na boate da zona sul de São Paulo

Elvis Pereira, estadao.com.br

16 Janeiro 2009 | 19h22

O Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo absolveu o empresário Oscar Maroni Filho da acusação de manter um esquema de prostituição na boate Bahamas, em Moema, na zona sul de São Paulo. O recurso proposto pelo advogado dele, Mauro Otávio Nacif, foi aceito por maioria de votos. "Não era uma casa de prostituição. O tribunal entendeu que era apenas uma boate com mil atrativos", explicou Nacif.  O advogado criminalista afirmou que o Ministério Público não conseguiu provar que as jovens que frequentam a casa entregariam parte do dinheiro obtido nos programas a Maroni. Nacif ressaltou que as mulheres realizavam programas apenas fora da casa. O empresário recorria contra a decisão da Justiça desde 2003, quando foi condenado a dois anos de prisão. Tanto a boate quanto o hotel do empresário, o Oscar's Hotel, erguido próximo à cabeceira da pista do Aeroporto de Congonhas, estão interditados desde 2007.

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