Três formas para conhecer a ilha: a pé, de barco ou num 4X4

Pouco importa como: você verá o melhor do arquipélago em qualquer passeio: das belas praias às ruínas históricas

Thais Caramico, FERNANDO DE NORONHA,

15 de fevereiro de 2011 | 16h00

Você pode seguir a pé por trilhas para descobrir ruínas de antigos fortes. Ou atravessar estradas de terra, a bordo de um 4x4, até chegar a praias isoladas. Também dá para fazer um tour de barco e ver a ilha de outra perspectiva. Na dúvida, faça tudo.

 

Caminhada histórica

Comece pelo centro até chegar às Praias do Cachorro, do Meio e Conceição. A caminhada segue pelas ruínas dos antigos fortes, como o dos Remédios, onde no ponto mais alto as bandeiras do Brasil e de Pernambuco estão entrelaçadas. E pelas praias. A de acesso mais fácil é a do Cachorro. Apesar de central, há poucas pessoas nesse paraíso. Pode se acostumar: mesmo quando a ilha está cheia, ela não está cheia. Um pouco adiante você dá na Praia do Meio e, passos depois, na da Conceição. Com sorte, verá algum ilhéu alimentando as aves com sardinhas e terá a chance de participar do ritual. É só encaixar o peixe em um palito e levantar a mão. O resto fica por conta das fragatas, que, num rasante, levam o bicho no bico e batem as asas rumo ao mar.

 

Ilhatur

Para conhecer cada canto da ilha, uma opção é o ilhatur, um city tour a bordo de veículos 4X4. Eles cortam estradas de terra para chegar a praias e outros pontos turísticos - em alguns lugares, é preciso caminhar por trilhas, nada muito demorado. Uma parada especial é no mirante do Boldró, de onde se vê o sol cair por detrás do Morro Dois Irmãos.

 

Na água

De barco, o passeio é refrescante. Você vai passar pela Praia do Leão, mergulhar no Sancho e, o melhor, beirar a Baía dos Golfinhos para ver os simpáticos animais que seguem o barco por minutos. Simpatia? Pode até ser, mas eles não estão ali para se exibir. São os machos que se aproximam para proteger, em bando, suas fêmeas e filhotes, que a essa altura já estão mais afastados. Antigamente, dava para parar o barco e nadar com eles. Mas como isso fez muitos golfinhos deixarem o local, a atividade foi proibida.

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