TRT-SP propõe reajuste de 7% para motoristas de ônibus

Além disso, juíza ofereceu PLR de R$ 400 e R$ 250 para motoristas e cobradores, respectivamente

Elvis Pereira, estadao.com.br

13 de maio de 2008 | 17h30

O Sindicato dos Motoristas e empresários de ônibus participaram na tarde desta terça-feira, 13, de uma reunião de instrução e conciliação no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP). No encontro, a desembargadora Wilma Nogueira de Araújo Vaz da Silva, vice-presidente Judicial do TRT-SP, ofereceu a última e definitiva proposta de conciliação: 7% de reajuste salarial retroativo a 1º de maio e participação por lucros e resultados (PLR) em 1º de setembro de R$ 400 e de R$ 250,  para motoristas e cobradores respectivamente. As partes têm 48 horas para se manifestar. Uma nova audiência foi agendada para as 17 horas desta quinta-feira, 15. Além do aumento e do PLR, os trabalhadores reivindicam melhoria da qualidade do plano de saúde e dos produtos das cestas básicas. Nesta tarde, eles iniciaram um protesto por volta das 15 horas em frente à Prefeitura.  Às 17 horas, a manifestação reunia cerca de 700 pessoas, que ocupavam parcialmente o Viaduto do Chá. Inicialmente, a via chegou a ficar completamente fechada, mas a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) conseguiu liberar às 15h54 a pista sentido Teatro Municipal. A CET, no entanto, mantém o desvio organizado pela Rua Líbero Badaró, Largo São Francisco, Ruas Oswaldo Cruz e Riachuelo e Avenida 23 de Maio. Por volta das 17 horas, não eram registrados pontos de congestionamento na região. Segundo a PM, a manifestação era pacífica.

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