UE expande sanções contra a Síria

Ministros das Relações Exteriores da União Europeia reforçaram as sanções contra a Síria nesta segunda-feira, acrescentando 22 pessoas e oito entidades a uma lista de pessoas e grupos proibidos, e disseram que a violenta repressão do presidente Bashar al-Assad aos manifestantes eram inaceitáveis.

REUTERS

23 de janeiro de 2012 | 12h32

As pessoas incluídas na lista são responsáveis por violações dos direitos humanos e as entidades apoiam o governo de Assad, disseram ministros das Relações Exteriores da União Europeia em comunicado divulgado após reunião em Bruxelas.

As entidades terão seus bens congelados e as pessoas não poderão entrar na União Europeia.

"A mensagem da União Europeia é clara", disse a chefe da Política Externa da UE, Catherine Ashton. "A repressão deve parar imediatamente".

A medida foi tomada um dia depois de ministros das Relações Exteriores da Liga Árabe sugerirem a Assad que transfira o poder para um vice e crie um novo governo de unidade. O governo sírio rejeitou a proposta nesta segunda-feira.

Os ministros da UE receberam bem a resolução da Liga Árabe.

"O presidente Assad deve renunciar imediatamente para permitir uma transição pacífica e democrática", disseram.

O aperto das medidas da UE elevou para 38 o número de entidades sírias incluídas em um congelamento de bens, e a 108 o número de indivíduos submetidos a congelamento de bens e proibição de vistos.

(Reportagem de Sebastian Moffett)

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