Um centro de convenções para a cana

Sexta-feira, em Ribeirão Preto (SP), a cana-de-açúcar ganhou um centro de convenções. A idéia começou há 20 anos. Alguns cientistas que pesquisavam a cana passaram a se reunir uma vez por mês, para trocar resultados. Em pouco tempo, já eram mais de 20. O direito de participar das conversas continua: cada participante deve levar uma novidade, fruto de suas pesquisas. "Pouca gente sabe, mas o controle do vírus ?amarelinho? e da cigarrinha, além da variedade de cana SP-791011, a mais cultivada do País, nasceram dessas reuniões", diz o chefe do Centro de Pesquisa da Cana-de-Açúcar, Marcos Landell. Conforme os cientistas foram se incorporando, começou o sonho de transformar um barracão na Estação Experimental da Secretaria de Agricultura no centro de convenções, que tem auditório para 400 lugares, salas de estudos, cabines de tradução simultânea. Empresários e indústrias de fertilizantes e defensivos e cooperativas investiram R$ 800 mil, além da Secretaria da Agricultura, que colaborou com a pintura.

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