Uma equipe de altos e baixos

Gana passeou em seu grupo na fase final das Eliminatórias Africanas. Garantiu vaga na Copa pela segunda vez consecutiva e sem perder nenhum jogo. Está, portanto, confiante em ao menos superar a campanha de 2006 - bateu República Checa e EUA numa chave considerada difícil e só parou no Brasil, nas oitavas de final -, certo? Mais ou menos. Alguns jogadores e o técnico Milovan Rajevac não se arriscam a dizer o que a seleção poderá fazer na África do Sul.

, O Estadao de S.Paulo

05 Dezembro 2009 | 00h00

A insegurança vem da desconfiança em relação à capacidade da equipe de manter a regularidade. "Na fase final (das Eliminatórias) conseguimos e isso facilitou as coisas"", diz Rajevac. Mas em tempos também recentes a instabilidade foi inimiga. Como na Copa das Nações Africanas de 2008, que Gana sediou, preparou a festa, mas viu o título ficar com o Egito.

O time, porém, tem bons jogadores, que podem fazer a diferença, como Essien (Chelsea), Muntari (Inter de Milão) e Appiah (Cluj, da Romênia) e Asamoah Gyan (Rennes).

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