Universidade afirma que ação foi um 'equívoco'

Nota assinada por 25 representantes de vários setores da instituição contesta a denúncia de irregularidades

RIO, O Estado de S.Paulo

20 de novembro de 2012 | 02h04

Após a divulgação das denúncias, a UFRJ questionou a ação do Ministério Público Federal. Em nota publicada em seu site, a universidade afirma ser um "equívoco" considerar o contrato com o banco irregular.

Segundo a universidade, a auditoria da CGU foi específica sobre a atuação das fundações privadas. De acordo com a nota, a operacionalização dos contratos e convênios da universidade com a fundação tem embasamento legal e é adotada por várias federais do País. "A versão da comissão da CGU gera completa insegurança jurídica para todas as universidades federais", diz o documento.

A nota também diz que a exploração comercial dos restaurantes da universidade já é alvo de uma comissão de sindicância interna. Para a universidade, "em nenhum dos casos sob exame houve dolo, o que significa que todos nossos servidores e dirigentes agiram no interesse do serviço público."

Na tarde de ontem, setores da universidade, pró-reitores, diretores e professores decanos repudiaram a ação. Em nota assinada por cerca de 25 representantes de vários institutos, o grupo diz que a ação "incorre em grave erro ao transformar um procedimento administrativo em condenação pública e prévia dos dirigentes da universidade." /A.P.

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